sexta-feira, 29 de maio de 2009

Inside her Future

Eu cheguei a conclusão de que qualquer um que olhe esse blog sem me conhecer de verdade vai achar que eu: 1- sou emo; 2- sou uma dessas mulheres que ficam correndo atrás de homens ou 3- sou emocionamente frágil >__>

Mas cada vez que eu penso em postar aqui, chego a simples conclusão de que não fiz esse blog pra falar de coisas felizes como o meu antigo (que por sinal está largado a mais de 5 anos), eu definitivamente criei ele pra desabafar. O fato de eu ficar pensando sobre isso (sobre o quanto eu pareço emo e as vezes até meio fraca postando aqui), é que eu realmente gostaria de falar coisas mais felizes, sobre como estou bem de vida (não que eu não esteja, só que a vida é simplesmente ela, logo, todos temos nossos problemas diarios), mas me bate uma preguiça medonha nessas horas. Um dia eu ainda crio coragem pra fazer isso...

Bom, pelo título acho que já da pra saber sobre o que eu vou falar, né? Futuro é uma coisa tão mágica de ficar pensando e ao mesmo tempo tão assustadora. Pra mim, chega a ser assustador pensar em pesar nele. Já falei que nos ultimos tempos tenho pensado demais no meu passado, hoje, resolvi pensar no meu futuro. Sim, porque eu não tenho feito muito isso desde o inicio do ano, quando eu estabeleci minhas metas e tentei segui-las da melhor maneira possivel. Me pergunto se inconscientemente eu estive evitando isso. Minhas metas continuam as mesmas, estudar, passar no vestibular e dar o fora da minha cidade. Quando digo dar o fora, não é como se realmente fosse assim, super fácil, diversos motivos me levaram a tomar essa decisão (Meus estudos superiores, minha família, saude...). Eu sei que vivo reclamando dessa cidade, mas eu vou sentir saudade dela, hoje mesmo eu tava pensando nisso. Eu sempre achei que essa cidade tinha me dado os piores problemas, um pessimo estilo de vida, uma condição de saude detestavel a cada ano que se passa, mas no fundo eu sei que vou sentir falta. Pq essa cidade me deu tb os melhores momentos da minha vida, meus melhores amigos, minhas maiores alegrias com coisas pequenas que apenas aqui eu poderia encontrar.

Hoje minhas duas primeiras aulas no colégio foram de literatura, eu a professora nos damos muito bem, só por curiosidade. Temos um conceito próprio e parecido sobre livros e sobre as coisas ao nosso redor, fico feliz de poder conversar com ela (apesar disos acontecer pouco). Quando ela tava passando o dever no quadro, do nada parou, virou pra turma e falou, mesmo sabendo que mta gente tava conversando, "falta menos de um mês pra metade do ano, logo vocês vão estar formados e vão seguir cada um o seu caminho". Na hora, eu, animadamente respondi com um "yaaay~", tão típico de mim mesma (Se eu não for animada, por mais que aqui eu seja quase emo, eu não vou estar sendo eu mesma), mas depois que a aula acabou, me bateu um sentimento de solidão. Eu virei pra trás, na aula de geografia, pra acompanhar o texto que a professora tava lendo com a Isabela. Eu fiquei olhando pra ela e depois olhei pro resto da turma. Talvez eu nunca mais veja grande parte daquelas pessoas, isso me deixa triste pq esse ano estamos passando tantos momentos bons juntos. Eu sei que nada é pra sempre, mas por um instante eu pensei o mesmo quando fico perto do Lucas: "Ah, eu queria tanto que esses dias continuassem por mais tempo, que ele passasse mais devagar pra aproveitarmos mais...". Falando no Lucas, pq o assunto sempre para nele no final das contas, quando bati meus olhos nele no final da sala nessa hora eu pensei "você vai sentir a minha falta...?". Eu acabei fazendo a mesma pergunta pra Isabela, mesmo já sabendo a resposta, tenho certeza que na hora isso foi um instinto meu pra poder ouvir o que queria, msm vindo de uma boca diferente. É engraçado ver em como tão pocuo tempo eu e ela começamos a nos dar tão bem, pq um tempo depois quando eu perguntei pra ela "será que as outras pessoas vão sentir a minha falta?" ela me respondeu "vc só vai saber se perguntar pra ele". E pelo resto daquele dia de aula, toda vez que eu fiquei olhando pro Lucas, senti uma vontade de perguntar de verdade pra ele se ele vai sentir a minha falta, pq eu sei que vou sentir mta a dele.

Nessa história de mudar de cidade, eu tenho certeza de algumas coisas: Nunca mais vou ver determinadas pessoas (algumas pessoas da minha sala, por diversos motivos que eu sei estar sendo realista e não dramatica), outras eu sei que vão continuar ao meu lado (Pq eu sei, por diversos motivos de tb estar sendo realista, que determinadas pessoas vão e isso é um fato), a vida que eu tenho agora vai mudar de uma maneira que nem eu sei o tamanho só sei que vai ser grande demais e que querendo ou não eu tenho que estar pronta pra isso, e por fim, que o Lucas foi a unica pessoa com quem desejei que o tempo parasse.

Faz um tempo, na aula de espanhol, acabamos fazendo dupla pra tradução de um testo. Isso pq nenhum dos dois pretendia de fato fazer, queriamos só ficar ouvindo Again (da YUI) até o final do dia, pq essa música é uma coisa que surpreendentemente nos une, mas no final das contas eu besta como sempre acabei resolvendo fazer o dever (de má vontade, mas fiz, detesto espanhol). Eu tava sentada na mesa e o Lucas na minha cadeira, cada um com um fone do meu mp3. Eu com o fichário na mão fazendo e ele olhando pro nada cantarolando. O resto da sala tava fazendo o dever, ou rindo, ou qualquer coisa, eu escutava um bando de barulho, mas não prestei atenção em mais nada, só em duas coisas: texto e música. Daí uma hora, pouco depois do Lucas me perguntar se eu queria ajuda e eu negar falando que tava tudo bem, eu parei e fiquei olhando pra ele. Não que ele tenha notado, pra variar só um pouco, ele não notou coisa alguma, na verdade, mas eu fiquei ali olhando ele e depois olhei pra janela, que nem ele tava olhando. Foi ai que eu pensei, pela primeira vez que eu queria que o tempo parasse ali. O Lucas é uma das pessoas na categoria "eu não sei o que vai ser", pode ser coisa de apaixonada, mas não sei o que vai continuar nos ligando depois da escola. Amizade? É, ainda vamos ser amigos, mas não vamos nos ver mais com tanta frequencia, daí eu fico me perguntando se vamos ter motivos pra isso, se as coisas vão continuar fluindo bem como tão agora. Acho que é por não saber o que vai acontecer que eu desejei que o tempo parasse. Eu não to disposta a perder ele, seja de qualquer jeito. Não é que eu seja dependente, é só que ele se tornou importante demais pra mim nesse meio tempo.

Existentem determinadas coisas que eu penso com base em outras determinadas coisas que eu passei que não comento com ninguém, a menos que eu esteja fora estourando e acabe soltando. Só duas pessoas conhecem esse meu lado, uma delas eu sei que me aceita dessa minha forma estranha e masoquista, pq acompanhou de perto tudo o que aconteceu e é por essa cumplicidade que temos que eu sei que ela nunca vai me deixar, assim como nunca vou sair do lado dela, a outra pessoa não está mais aqui comigo, mas continua influenciando minha vida de uma forma tão forte que eu diria que tudo o que sou hoje, devo a ele. Essas duas pessoas sabem dos meus medos e sabem como me confortar, mas sabem disso pq acompanharam tudo, desde o começo. O Lucas de uma forma misteriosa, não precisou estar do meu lado pra saber exatamente o que eu precisava ouvir. Isso me encata nele como pessoa. A forma como ele, do jeito desligado e tapado dele de ser, diz as coisas certas pra mim nos momentos certos. Algumas dessas falas até me fizeram ter forças pra continuar esse ano e passaram a significar mtu pra mim, msm que ele possa nem se quer lembrar mais disso.

No final das contas, eu acabei falando pks dele outra vez né? Era pra falar sobre meu futuro, mas acabou dando nisso, que coisa D: Eu acho que realmente do apaixonada, quem diria. Bom, vou refrescar a cabeça no cinema com uma das pessoas que eu falei que significam mtu pra mim <3

tchauzinho~

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Inside her Past

Não me perguntem porque raios o título do post é esse, me deu na telha, resolvi colocar. O mesmo vale pro ultimo post, não é pra ser algo dramático ou poético, é o simples fato de eu não ter mais nada pra colocar ali e me sentir mal de não colocar nada oõ E não me perguntem pq eu me sinto mal com isso, eu tb não sei.

Então, deixando o papo amoroso de lado (um pouco, pq daqui a pouco eu tenho certeza de que a coisa vai pender pra esse lado...), hoje o meu dia foi realmente agradavel! Isso me deixou bem feliz (dias agradaveis me deixam bem, misteriosamente). Quando eu digo agradavel, digo em todos os sentidos: foi um dia calmo, sem problemas e de temperatura normal (o que REALMENTE me faz ficar feliz). Eu moro em uma cidade bem fria, mas eu gosto do frio, o problema é que eu tenho que acordar bem ceo pra ir pro colégio e como tenho um bando de coisa "iti", isso atrapalha, pq eu sempre vou caminhando, então chego no colégio quase morrendo de passar mal, por isos dias em que o frio ta mais controlado me deixam feliz, posso ir caminhando com um friozinho gostoso sem me preocupar mtu com a minha saudade 8D

Mas acho que o que realmente me deixou feliz hoje não foi só o clima ou eu ter descaradamente ter matado aula de inglês (habito que eu tenho que perder...MESMO.) pra ir lanchar com Jorge e Mariana, mas foi quem eu, por ventura total do destino, encontrei pela padaria. Acho que ninguém que venha a ler isso vai conhecer ele, mas eu estou falando do Bruno. Uma explicação basica sobre ele: meu amigo de uma decada, literalmente. Quando eu chorei, o Bruno tava lá; quando eu passei mal, o Bruno tava lá; quando eu precisei, o Bruno tava lá; quando eu precisei de um cafune, o Bruno foi o primeiro a estender a mão; quando eu precisei de um abraçao, ele foi o primeiro a me agarrar. Melhor amigo. Eu, Bruno, Marcos e Antonio. Onde um tava, os outros três estavam atrás. Minha infancia na escola se resume a eles (insira um ponto final a eles). Por fatalidade, acabamos nos separando, perdi o contado com o Antonio, com o Marcos falo de vez em nunca e o Bruno tinha sumido por o que... Dois ou três anos. Na verdade ele continua aqui na cidade e estuda até na mesma escola que eu, só que em um turno diferente, mas incrivelmente nunca conseguimos nos encontrar durante esse tempo.

Engraçado é que, esse ano eu tenho pensado muito no meu passado, acho que é efeito da formatura que ta chegando (seja ela a festa ou não, o fato de eu estar acabando o colégio em si ta me deixando meio afetada, me fazendo lembrar de toda minha vida dentro daquela(es) lugar(res)). E, sem sombra de duvida, o Bruno foi uma pessoa marcante na minha vida (acho que isso já deu pra notar, né?). De vez em quando eu me pego deprimida. Mas assim, pq eu sei que errei em muitos pontos da minha vida de estudante, e agora que ta acabando eu me pergunto se eu realmente escolhi o caminho certo no final das contas, pq eu sei que as coisas poderiam ser muito diferentes. Mas eu tb sei que se vejo assim agora, é pq me ferrei no passado, ganhei maturidade e agora posso ver meus erros. Não posso voltar no tempo, mas espero sempre poder fazer o melhor pra não deixar mais que os erros continuem! Isso faz de tudo o que eu falei uma coisa meio contraditoria, né? XDD Mas deixa pra lá, acho que deu pra passar a idéia geral do que to sentindo.

O grande caso é que nesses meus pensamentos, fiquei lembrando muito desses meus três amigos, em especial do Bruno, um verdadeiro irmão. E ver ele chegando na padaria hoje e abrindo um sorriso ao me ver, me vez voltar naqueles tempos em que eu não tinha a menor das preocupações. Onde pra mim o grande caso da vida era fazer dever de matemática ou então eu ia perder ponto. Se as minhas preocupações hoje em dia fossem essas... XD Em todo caso, encontrei o Bruno. Meu primeiro pensamento foi "cara, como ele mudou!", pq a primeira coisa que notei foi como ele cresceu absurdamente (sou suspeita pra falar, afinal sou baixinha, mas que ele cresceu, cresceu!) e em uma questão de segundos, ao ver ele com uma pessoa que não fazia a menor idéia de quem poderia ser, eu me perguntei "será que vamos conseguir falar como antes?". Ok, convenhamos, não é sempre que vc fica mtu tempo longe de uma pessoa e ao se encontrar com ela, tudo é como antes. As pessoas mudam, querendo ou não, eu mesma não sou mais a mesma Bia de antes, assim como eu sei que ele, de alguma forma, tb não é mais o Bruno que conheci. Daí, apesar de ter ficado com um sorriso besta no rosto, eu senti um friozinho na barriga de conversar com ele depois de tanto tempo.

Daí, pra minha suprema felicidade, eu senti aqueles mesmos braços calorosos de grande amigo me abraçarem outra vez. Em um momento onde eu sei que to ficando pensativa com mta facilidade, acho que nada poderia ter sido melhor. Encontrar outra vez uma pessoa que me apoiou tanto e saber que ela tb sente a mesma falta de mim. Acho que nunca nos abraçamos com tanta força e saudade! Eu e ele nunca precisamos ficar falando "que saudade!", "como vc mudou!" ou "pq vc não me procurou?" pra saber o quanto o outro se importa, isso é um fato. Se o Bruno me abraçou com aquela força, eu SEI que com saudade de mim ele tava e que tb tava feliz (isso eu tb notei pelo sorriso dele, eu sei que ele não sorri daquela forma pro nada).

O que eu to tentando dizer com todo esse drama de amizade (XD) é que... Cara, não tem nada melhor do que vc saber que tem amigos! Pessoas com quem vc sabe que pode contar, que tão ali do seu lado e que não importa quanto tempo passe, se a amizade for verdadeira mesmo, tudo vai ser o msm! Receber esse abraço do Bruno fez meu dia, minha semana, falando de verdade. Me fez ver que eu tenho que ter confiança naquilo que eu escolho, que eu posso caminhar com as minhas próprias pernas e que eu não tenho que ter medo de nada. Não me perguntem como eu consegui ligar as duas coisas, mas foi exatamente isso que eu pensei e ainda to pensando.

Ok, esse blog ta virando um verdadeiro diário o.õ
Mas tudo bem 8DD
Até a próxima~
Tchauzinho~~

terça-feira, 19 de maio de 2009

Inside her mind

Então,

Depois de ver a God voltando ao mundo dos blogs, me deu um vontade lascada e fazer um também. Saudade, quem sabe? Eu sei que vou acabar largando isso aqui de mão, mas a vontade de escrever e colocar para fora um bando de coisa bateu mais forte... Assim como a falta de dinheiro pra pagar um psicologo e o fato do meu psicologo gratuito ser meu maior problema (será que eu realmente posso chamar ele de problema?)

Não vou fazer apresentações, se você está aqui, é porque sabe quem eu sou (ou pelo menos espera-se que seja assim). Também não vou ficar falando qual é o objetivo desse blog, porque nem eu sei ainda direito qual é Oõ vou escrever aqui o que me der na telha, logo, entendam por isso que esse lugar vai ser meu ponto principal de desabafo. Acho que minha cara de pau chegou ao ponto de eu me sentir mal por ficar atormentando todo dia as mesmas pessoas pelos mesmos motivos, só porque não consigo guardar para mim mesma a dor de alguns fatos ou não saber lidar com eles de frente =_=

Acho que deu pra perceber que eu não to muito animada, né? Bom, quem me conhece mesmo sabe dizer isso até pela maneira como eu escrevo, então deve da pra notar (se você for uma dessas pessoas, se não for, tudo bem, não tem obrigação de saber O-o). Ah, antes que eu me esqueça, desculpem os erros de português, eu to digitando rápido e não pretendo parar pra fazer uma revisão nisso, não gosto de ficar relendo meus desabafos, isso só piora a situação. Mas prometo tentar não errar muito.

Vamos logo ao desabafo principal do dia (olha que maneira bonita de se começar um blog, colocando pra fora seus problemas). Eu fico me perguntando todo dia a quem eu estou tentando idiotamente enganar. Não, falando sério. Porque eu tenho dito pra mim mesma todo santo final de dia que eu preciso mudar. Mudar do que? Oras, eu to apaixonada. Parece até tema de mangá shoujo, né? A, literalmente, pequena garota no seu ultimo ano colegial que se apaixona pelo seu colega de classe após descobrir que ele no fundo é muito gentil e a atende muito bem. Se me pedissem pra escolher um anime que representasse minha vida, escolheria Lovely Complex. Finalmente entendi como a Risa se sente depois de levar tantos foras do Otani.

É, eu me apaixonei por um garoto da minha sala. É, eu já levei um fora. Mas sabe qual é a pior parte? Por mais que eu saiba que esse sentimento agora não vai me levar a lugar nenhum eu continuo gostando dele. E a cada dia, parece que fico mais apaixonada. Sim, pq apesar de tudo, continuamos amigos e eu fico sinceramente feliz com isso, não quero perder a amizade dessa pessoa de maneira alguma (apesar de obviamente não querer só ela também). Minhas experiencias amorosas nunca foram muitoboas. Nunca gostei de caras que realmente prestassem pra mim, na maiora das vezes, eram galinhas. Depois do ano passado, onde eu tive um desencontro amoroso (Se é que eu posso chamar assim), eu resolvi que não ia mais ficar falando que gosto ou amo alguém só da boca pra fora, que ia levar mais a serio não só os meus sentimentos, mas os da minha pessoa amada também. Por isso, resolvi que esse ano não iria me envolver com esses assuntos, resolvi que daria um tempo pra mim mesma e pensar só nos meus estudos, afinal meu vestibular vai ser mês que vem e eu preciso me concentrar.

Estudar, ser um bom exemplo, passar no vestibular e ir embora dessa cidade sem resentimentos. Seria tão bom e fácil se as coisas fossem como agente fala, né? Mas não, não são. E em um belo dia, eu me vi caida por uma pessoa que eu sempre considerei ser totalmente meu tipo, o cara que eu tava esperando, só pra levar um fora... Por mais que eu agradeça, como já disse, o fato de continuar amiga dele (Pq antes de mais nada é isso que ele é: meu amigo), machuca. Machuca muito ter alguém que vc ama por perto e não poder abraçar essa pessoa como vc quer. Se fosse um sentimento pequeno, sei que eu já teria esquecido ele, mas também não sei se o fato de ter que olhar pra cara dele todo dia ta me afetando. Só sei que no final das contas, eu continuo gostando dele.

Em momento algum ele foi ruim pra mim, digo, foi super gentil, preocupado e tudo mais. Ele é realmente uma pessoa de bom coração (e não to falando isso só pq to apaixonada, apesar disso tb influenciar de algum modo) e hoje mesmo eu tive mais uma prova disso. Todo dia eu tenho que escutar comentários de que somos namorados lá na sala. Ele não se importa, eu sempre fico vermelha. O que? Eu queria que fosse verdade e gosto dele, droga! Não posso fazer nada com relação a isso! Hoje, por ventura do destino, acabamos tocando nesse assunto e eu tive que ouvir que ele não se importa com os comentários, se importa comigo porque não quer me ver mal no final e sabe qe eu fico afetada com esses comentários. Sabe o que eu pensei? "Ahh, é por isso que eu gosto de você". Ele é realmente uma graça físicamente falando, mas isso, apesar de eu saber que levo aparencia mtu em conta tb, é uma fatalidade do destino, pq eu me apaixonei realmente pelo que ele é. A preocupação que ele tem comigo, as risadas que damos juntos, como ele sem notar acaba fazendo meu dia feliz. Isso é papo apaxionado, mas eu não quero que esses dias acabem. Por mais que eu saiba que eles vão acabar (e toda vez que olho pra ele e lembro disso, sinto vontade de chorar).

Esse é me ultimo ano no colégio, resolvi que vou fazer tudo o que nunca fiz e mais um pouco, porque quero aproveitar o máximo. Não tava nos meus planos acabar apaixonada, mas agora eu to e não sei o que fazer. Só sei que enão quero que ele saia de perto de mim. Eu sei que devia esquecer, partir pra outra, mas não consigo e sei que to sendo quase masoquista com isso. Fazer o que?

Bom, teoricamente eu criei esse blog só pra isso, mas de uma próxima vez, quem sabe eu não faça um post mais animado? Quando me der vontade, é claro.

Até lá,
tchauzinho~